sábado, 19 de fevereiro de 2011

Vou te esquecer, quando a arte for esquecida
de forma que sua beleza sejam apenas
palavras de pensadores,
você é minha filosofia.
Vou te procurar quando precisar de consolo,
mas aí vou ver que você não serve pra mim,
estar ao seu lado não me faz prestar atenção
no que você diz, isso não me consola.
Vou te ouvir quando o telefone tocar,
mesmo o silêncio de sua respiração conheço,
não precisa dizer nada...
Vou te fazer correr, parar, sorrir, chorar.
Falar verdades ocultas, mentir para vizinhos
aceitar seus carinhos,
vou sem medos e culpas te aceitar.
Como sempre, vou te convencer
beber o vinho de seus lábios,
pedir perdão, viver esta paixão,
em seus braços amanhecer.